segunda-feira, 20 de julho de 2015

O Brigadeiro Vicente Piragibe


          Dimas Macedo

                                                  

                                                                  Primtiva Igreja de São Vicente Ferrer
                                                                  em Lavras da Mangabeira (CE), onde
                                                                o Bigadeiro Vicente Piragibe foi fatizado

           O Brigadeiro Vicente Ferreira da Costa Piragibe nasceu na antiga povoação de São Vicente Ferrer das Lavras da Mangabeira (CE), aos 22 de janeiro de 1810, sendo filho do tabelião José Maurício da Costa Ferreira.
        “Devido às terríveis perseguições da época, foi recrutado e seguiu preso para o Recife e ali sentou praça no Batalhão de Caçadores de Primeira Linha, sendo promovido a cabo quatro dias depois e a furriel a 6 de abril de 1829. A 7 de agosto do mesmo ano foi elevado ao posto de 2º sargento e nessa condição seguiu com o seu batalhão para a Corte, onde chegou a 30 de janeiro de 1831”.
          No Rio de Janeiro, foi nomeado amanuense da Secretaria do Comando das Armas da Corte a 20 de novembro de 1832, sendo dispensado a 20 de fevereiro de 1834 para frequentar os estudos de Matemática na Academia Militar, tendo sido aprovado em todas as matérias do 1º ano e no exame de passagem. Em 1845, foi aprovado nas matérias do 2º ano e mais em Geografia Descritiva.
          Em janeiro de 1835 foi elogiado pelo comandante da Academia, não só por sua distinta aplicação e conduta, mas pelas habilidades de desenhador de uma das turmas de alunos das aulas de exercícios práticos, o que mostra sua vocação para o desempenho da vida militar.
          Com o Primeiro Batalhão de Caçadores, a 8 de março de 1836, marchou voluntariamente para o Rio Grande do Sul, em combate à Revolução Farroupilha, deflagrada no ano anterior. Ali ficou adido ao 8º Batalhão de Primeira Linha, sendo que a 7 de agosto de 1837 apresentou-se ao Quartel General da Corte, conduzindo o arquivo do seu Batalhão, que havia sido aprisionado na vila de Caçapava, façanha que lhe ensejou alta estima por parte do Comando Militar do Império.
            Na Corte, continuou os estudos que haviam sido interrompidos, sendo, em novembro de 1838, aprovado com grau pleno em todas as matérias do 3º ano da Academia Militar e, a 2 de dezembro do ano seguinte, promovido a 2º tenente, para o 4º Batalhão de Artilharia a Pé, no mesmo fazendo o curso de Engenharia, Artilharia e Estado-Maior, tendo sido aprovado com grau vinte de classificação de mérito.
          A 20 de maio de 1842, foi nomeado para o cargo de secretário do comandante das Armas da Corte, até então exercido pelo Marquês de Caxias, sendo a 12 de novembro do mesmo ano promovido a 1º tenente, por antiguidade deste posto desde 18 de julho de 1841.
 Sua promoção para Capitão deu-se a 7 de setembro de 1847, sendo a 24 de agosto de 1851 incluído no corpo do Estado-Maior de Primeira Classe. Para o posto de Major foi promovido a 2 de dezembro de 1854, com antiguidade de 25 de janeiro do mesmo ano, o que prova sua evolução na carreira militar.
         A 16 de junho de 1855, foi posto à disposição do Ministério da Guerra, chefiado pelo Marquês de Caxias, que a 14 de fevereiro de 1857 o nomeou Secretário Geral do Exército Brasileiro, sendo promovido a Tenente-Coronel a 2 de dezembro do referido ano.
         Continuando os estudos tantas vezes interrompidos, em 1859, recebeu o grau de Bacharel em Matemática pela antiga Escola Central, sendo a 31 de outubro de 1860 guindado ao posto de chefe da secção da repartição do ajudante geral, passando, a 8 de março de 1861, a servir no Gabinete do Ministro da Guerra, onde foi nomeado diretor interino da 1ª Diretoria Geral da Guerra.
          Em 2 de dezembro de 1861, foi promovido ao posto de Coronel, por merecimento, e, em 30 de maio de 1862, foi nomeado diretor geral do Ministério da Guerra. Quando no cargo de Chefe de Gabinete desse Ministério, passou a titular efetivo dessa Pasta Ministerial, a 6 de julho de 1862, exercendo, ainda que de forma interina, o cargo de Ministro de Estado
        Adoecendo gravemente da vista, a 1º de janeiro de 1863, afastou-se das funções que ocupava, para tratamento de saúde, seguindo para a Europa, de onde regressou no ano seguinte, sem perspectiva de cura, momento em que requereu a aposentadoria, que lhe foi concedida a 21 de outubro de 1864, sendo também nessa data reformado e elevado ao posto de Brigadeiro.
        Pelos relevantes serviços prestados à causa brasileira, que tanto defendeu, foi condecorado pelo Governo Imperial com as comendas de Cavalheiro da Ordem de Aviz e da Ordem da Rosa e com o título de Conselheiro do Império.
         Na condição de escritor, deixou importantes trabalhos sobre legislação militar, publicados no Indicador Militar, revista que dirigiu e da qual foram impressos 28 números, tendo sido, no Brasil, um dos pioneiros no estudo das instituições militares e do Direito Militar.
          Além de jurista, dedicou-se à poesia e a crítica literária, tendo sido eleito deputado pelo Estado de Sergipe, em 1858, em eleição que depois seria anulada, após a expedição do seu diploma, em face das turbulências políticas de seu tempo. Mas na Política se manteve firme, o que lhe valeu uma eleição para presidente da sua Província, cargo que não chegou a assumir.
       Mesmo diante de todos os títulos, honras e saberes que lhe foram conferidos, o Conselheiro Vicente Pirabige nunca esqueceu a sua terra, as suas origens e o sobrenome honroso com que foi batizado em Lavras da Mangabeira, e que seria a glória de uma família da qual ele é o fundador.
          Seu falecimento, ocorrido a 13 de janeiro de 1874, no Rio de Janeiro, causou grande consternação nos meios sociais, políticos e militares da Corte, onde desfrutava conceito dos melhores, segundo notícias veiculadas em jornais da época.
                                                 (in Lavrenes Ilustres, 3ª ed. Fortaleza: Editora RDS, 2012)

domingo, 12 de julho de 2015

O Suicídio Sob o Prisma de Um Teórico do Catolicismo


Socorro Mesquita(2) e Vianney Mesquita (2)



                                                                          Mosteiro dos Jesuítas de Baturité
                                                                                   Foto de Lúcia Cidrão
 
O suicídio não é abominável porque Deus o condena. Pelo contrário, por ser abominável é que Deus o condena. (Immanuel KANT. *Königsberg, 22.04.1724; +12.02.1804).

Procedeu-se, recentemente, em atendimento a fins acadêmicos, à leitura do livro Bioéticadesafios éticos no debate contemporâneo, onde Luís Antônio Bento evoca o fato de o ser humano atual perpassar difícil fase da história, permeada por múltiplas e rápidas transformações, alastradas globalmente. Essas mudanças – aduz - interferem nos modos de pensar e agir, afetando as relações socioculturais e até vinculações religiosas.
Na interpretação livre procedida em parte do texto, compreendeu-se o ato suicida, do modo como divisa o Autor - sob o ponto de vista da confissão católica e sem descer a explicações da Ciência Psicológica nem de outras fontes disciplinares - ao expressar a noção de que, perante tantas inovações, a pessoa entra em crise, sente-se insegura, de modo que não sabe o caminho a seguir.
Há de se convir na ideia de que jamais a humanidade experimentou tanta abertura de liberdade como nos dias de hoje. Contrastando com esse panorama, apontado pelo autor, surgem outras formas de escravidão social e psicológica, de modo que são muitas as forças destrutivas a molestar os seres humanos. Dentre estas, estão conflitos políticos, sociais, econômicos, raciais e ideológicos.  Influenciado, então, por tantas interferências complexas, o ente humano sente dificuldades de autoafirmação. Seu pensamento balança entre a esperança e a angústia, e ele não sabe se posicionar ante tais desafios – exprime o escritor.
  A história caminha tão celeremente que os seus protagonistas não conseguem acompanhar o próprio ritmo. Esse descompasso põe na berlinda, muitas vezes, os valores da estrutura familial. Surge outro modelo de humanismo, marcado por contradições e desequilíbrios, e os grupos familiares são importunados por tensões decorrentes das condições demográficas, como também por circunstâncias econômicas e sociais.
De efeito, esses conflitos desencadeiam desgraças, das quais o gênero humano é, simultaneamente, origem e vítima (GAUDIUM ET SPES).

2 FIM À PRÓPRIA VIDA – INCÓGNITA
         Malgrado o grande desenvolvimento das Ciências Sociais e de outras vertentes do conhecimento ordenado, particularizando a Psicologia e a Psicanálise, o suicídio continua sendo um enigma, pois tem continuidade por séculos a fio, como incógnita, sem explicação plausível, de sorte que seu espectro não se limita apenas a causas psicológicas, psicanalíticas ou sociológicas, porquanto é expresso como muito mais abrangente, o que não compete aqui debater.
No seu magnificamente delineado escrito, o autor ensina que o fato de pôr termo à própria existência representa morte intencional, autoinfligida, quando a pessoa experimenta uma situação-limite, não suporta mais a pressão criada por ela própria, por terceiros, ou pela sociedade, indiretamente. As condições psicológicas sobram alteradas, restando difícil raciocinar com clareza. Parece que só existe um foco, ficando aquele sob essa compressão polimotivada a maquinar o intento, até lograr efetivá-lo.
Os registros históricos, consoante alvitra L.A.B., assentam a constante ocorrência de autopassamentos, e as tentativas visando a este propósito se expandem por toda a Terra nas mais diversas épocas. Consoante ele informa no ensaio sob comentário, dados da Organização Mundial da Saúde dão conta de que, atualmente, um milhão de pessoas se matam por ano no mundo. Os índices globais de suicídios oscilam de 25 mortes em cada cem mil habitantes. No Japão e países do Continente Europeu, como Espanha, Itália, Irlanda e Holanda, bem assim no Egito, a taxa é reduzida para até menos de dez mortes a cada cem mil habitantes.
A maior incidência de vítimas está no segmento de adolescentes e jovens abaixo dos 30 anos. Fato curioso – sugere o autor - é que o suicídio atinge mais os homens, apesar de as mulheres tentarem mais.
Visando ao caráter social, destacam-se os desempregados como maioria das vítimas, ao passo que os profissionais liberais representam minoria. São as mais incidentes causas geradoras desse agravo lamentável a solidão, o sentimento de inutilidade, a privação afetiva e de integração social. Daí a constante ocorrência entre viúvos, divorciados e outros que vivem sozinhos – completa.
Na lição de M.A.B., suicida é uma pessoa que decide se anular, pois seu projeto é fugir de sofrimentos, físicos ou psicológicos. Quando uma personagem está enfrentando crise depressiva, é mais passível de ser alvo de suicídio, prefere a morte no lugar da vida insuportável.
O escritor dá conta do fato de que a Igreja Católica, Apostólica e Romana abominava esse evento. Não assentia em que se efetivassem nem missas de corpo presente. No tempo corrente, a filosofia eclesiástica decodifica diferentemente tal acontecimento, pois não o considera mais uma ação moral. Não faz julgamentos da vítima e a recebe com misericórdia.
            Ele indigita três motivos básicos para a taxinomia do autocídio como imoral: a) é uma fuga individual que atenta contra o princípio da autoconservação vital; b) cuida-se de negação social, deixando-se de contribuir para o bem da sociedade; e c) constitui falha no âmbito religioso, pois atenta contra o quinto mandamento do Decálogo Mosaico – NÃO MATAR.
 O suicídio direto representa falha contra si, desfavoravelmente ao próximo e sem mercê a Deus. É oposto à dimensão da moral religiosa. O catecismo da Igreja Católica acentua:”O suicídio é gravemente contrário à justiça, à esperança e à caridade. É proibido pelo quinto mandamento”. (Nº 2325). As pessoas que o demandam arrostam conflitos internos e externos e não vislumbram possibilidades de solvê-los.
 O Catecismo da Igreja Católica aponta “distúrbios psíquicos de natureza grave, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou de tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida”. (Nº 2282).

3 O SUICÍDIO INDIRETO
No entendimento do escritor agora comentado, a justificativa da morte perante valorações superiores é havida pela tradição moral como suicídio indireto. A morte não é o fim, e sim o meio, para se atingir bom resultado. Os mártires doam sua vida para testemunhar o amor de Deus. A doação da vida numa dedicação aos enfermos contagiosos provoca a morte gradual. No caso, o óbito não é o fim útil, porém um gesto caritativo. Os doutrinadores católicos consideram de duplo efeito, porque a morte não é intencional, mas acidental. A atitude pode ser havida como ato heroico de demonstração de amor ao próximo.           
No que concerne à responsabilidade pelo suicídio, as compreensões da Sociologia, Psicologia e outros saberes – como alvitra o autor glosado - acentuam o fato de que aquele a impor um termo à própria vida não é responsável por esse ato. Na óptica eclesiástica, em contraposição, o suicida responde por isso, pois, pelo fato de ser ato humano, comporta, minimamente, algo de liberdade.
Além da de perfil direto, existem outras modalidades de suicídio: o de ordem indireta pode ser classificado de ato consciente, inspirado na caridade heroica, de modo que se configura, de maneira equivocada, como uma obediência aos desejos de Deus.
            O suicídio por amor está embasado no amor ao próximo, tendo como paradigma a generosidade de Jesus Cristo.  A pessoa se expõe ao martírio, acreditando solidarizar-se com os sofredores.
 O autor sob modesto exame também protege a noção de que a eutanásia, por exemplo, é algo muito complexo, bastante questionado, ou seja, se vale a pena prolongar a vida em situação de sofrimento extremo, ou deixar seguir o curso normal.
É notório o fato de que a prática do suicídio se dá em qualquer instância, desencadeia-se pela existência de um vazio, uma falta de sentido para a vida. No momento em que surgir uma centelha de esperança, de possibilidade de uma vida feliz, certamente, o desejo de autoimpor o fim vital é eliminado. A fé em Deus muito contribui para afastar a infelicidade, que pode despertar a vontade de desistir de viver.
O autocídio nega o cumprimento do dever social e histórico, sendo o individualismo um dos grandes agravantes para o surgimento da ideia de autodestruição, consoante expresso em Bioética - desafios éticos no debate contemporâneo.

4 O OUTRO COMO CONCORRENTE
Luís Antônio Bento entende – como o orbe inteiro o faz – o homem com estrutura de ser social. Quando, por qualquer motivo, se isola, começa a sofrer a solidão e perder o sentido da vida. Falta, por parte da sociedade, atenção para com os semelhantes.
            Comum é considerar o outro apenas como um concorrente, alguém que disputa algo conosco. Inexiste o diálogo, uma troca sempre tão rica que se experimenta no convívio social. A deficiência, sob este aspecto, o sentido de proximidade, tem consequências funestas.
 Na opinião de Pellizzaro (apud BENTO, 2008), esse questionamento é de fundamental importância, uma vez que essa lacuna pode ensejar o desencanto em relação à vida. Na perspectiva do autor opinante, ora chamado por Bento, para se solucionar essa deficiência nos relacionamentos sociais, é necessário algo fundamental e simples, a todos ensinado por Jesus Cristo: o amor ao próximo.
Mera é a proposta de aproximação, mas sua aplicação solicita a se refletir em muitos aspectos complexos, sendo necessária uma avaliação técnica, tanto no âmbito individual como na contextura social. O apoio da família é muito válido nessa fase tão delicada.
Pellizzaro sugere, ainda, rever alguns dos valores éticos fundamentais que possam atribuir algum sentido à vida e fortalecê-la na ocasião das crises. Desse modo, é possível assegurar que a prevenção pertinente para o suicídio é de ordem moral, de perfil social e cunho religioso.
De acordo com a reflexão de Paulo [...] “Sabemos que a Lei é espiritual, mas eu sou humano e fraco, vendido como escravo ao pecado. Não consigo entender nem mesmo o que eu faço; pois não faço aquilo que eu quero, mas aquilo que mais detesto. Ora, se eu faço o que eu não quero, reconheço que a Lei é boa; portanto, não sou eu quem faço, mas é o pecado que mora em mim. Sei que o bem não mora em mim, isto é, em meus instintos egoístas. O querer bem está em mim, mas não sou capaz de fazê-lo. Não faço o bem que quero, e sim o mal que não quero. Ora,se faço aquilo que não quero, não sou eu que o faço, mas é o pecado que mora em mim. Assim, encontro em mim esta lei: quando quero fazer o bem, acabo encontrando o mal. No meu íntimo eu amo a lei de Deus; mas percebo em meus membros outra lei que luta contra a lei da minha razão e que me torna escravo da lei do pecado que está em meus membros. Infeliz de mim! Quem me libertará desse corpo de morte? Sejam dadas graças a Deus, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim pela razão eu sirvo à lei de Deus, mas pelos os instintos egoístas sirvo à lei do pecado”. (ROMANOS, 7, 14-25).

5 A MODO DE TÉRMINO
 Mediante a lúcida elocução do autor cujo texto ora se examina, constantes mutações ocorrentes no meio social são passíveis de desestabilizar as pessoas, de modo a se sentirem inseguras e infelizes, ao ponto de se desencantarem em relação à vida.
O homem, sendo um ser social por natureza - na ocorrência de seu afastamento do convívio com seus circunstantes - é objeto de prejuízos incalculáveis, sendo esta causa, talvez, a que mais o conduz a intentar contra a própria vida.
Têm ressalto, ainda, o fator econômico, o sentimento de inutilidade, o individualismo e a míngua de afeto.
Aquele em decurso de entrega ao suicídio está, pois, com as frequências cerebrais alteradas, sofrendo grande pressão psicológica, de modo a não ter sucesso em reverter a situação até materializar seu desígnio lastimável.
            Fato curioso, lembrado pelo autor, é observável: há discreta divulgação nos casos de suicídio. Os meios de propagação coletiva - é verdade - suprimem, rejeitam eticamente a possibilidade de lhe conceder visão pública. Procura-se, por conseguinte, não tornar massiva a ocorrência, pois pode produzir emulação em pessoas já predispostas a perpetrar esse ato tão insólito.
Nada justifica, por fim, o suicídio, pois assalta a preservação da vida e se deixa de ser útil à sociedade. Na perspectiva de Luís Antônio Bento, não se tem, entretanto, o direito de julgar as pessoas que assim procedem, de sorte a caber a Deus o entendimento de tal comportamento, porquanto apenas Ele é capaz de conhecer e compreender o coração humano.

Bibliografia Recomendada
1 BENTO, Luís Antônio. Bioética: desafios éticos no debate contemporâneo. São Paulo: Paulinas, 2008.
 2    AAVV. Dicionário de Teologia Moral. São Paulo: Paulus, 1997.
3 CONCÍLIO VATICANO II. Constituição Pastoral Galdium et Spes. São Paulo: Paulinas, 2007.
4 EDIÇÕES LOYOLA. Catecismo da Igreja Católica. São Paulo, 1999.
5 EDIÇÕES LOYOLA. Bíblia Sagrada. TEB. São Paulo, 1994.

(1) Interpretação do livro (parte referente ao suicídio) Bioéticadesafios éticos no debate contemporâneo, da autoria de Luís Antônio Bento, como tarefa realizada para a disciplina Bioética, do Curso de Graduação em Teologia da Faculdade Católica de Fortaleza, da qual é estudante Socorro Mesquita, sob a regência do Prof. Dr. Pe. Marcos Mendes.
(2) Socorro Mesquita é bacharela em Eventos, pela Faculdade Integrada de Fortaleza, e estudante do Curso de Teologia da Faculdade Católica de Fortaleza (antigo Seminário Arquidiocesano de Fortaleza). Vianney Mesquita é docente da Universidade Federal do Ceará – prof. Adj. IV. Acadêmico titular das Academias Cearense da Língua Portuguesa e Cearense de Literatura e Jornalismo. Escritor e jornalista.