segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Pesquisas de Direito Público


                   Dimas Macedo
       
 
               No meu livro – Pesquisas de Direito Público (Fortaleza: Edições Poetaria, 2011) – reuni um conjunto de noventa e cinco Projetos de pesquisa por mim coordenados e orientados, no âmbito da Faculdade de Direito da UFC, entre 1992 e 2011.

              Apresentados em forma de resumos, com indicação dos encontros Científicos ou Sessões Universitárias a que foram destinados, os seus originais – em versão definitiva vou em processo de desenvolvimento da pesquisa – podem ser consultados em diversas instâncias da Universidade Federal do Ceará.

            São trabalhos que envolvem considerável número de alunos da Faculdade de Direito da UFC, nas áreas de graduação e pós-graduação, incluindo-se aqui trabalhos apresentados em Faculdades e escolhas de ensino jurídico conveniadas com a nossa centenária Faculdade de Direito.

            Monografias de conclusão de cursos, dissertações de mestrado ou de finalização de cursos de especialização, teses e trabalhos acadêmicos apresentados em Encontros de Iniciação à Pesquisa e de Iniciação à Docência, e pesquisas monográficas protocoladas junto ao CNPq-PIBIC/CNPq-UFC e às Pró-Reitorias de Extensão e Pesquisa da UFC: eis a matéria gravada nesse livro, que possui objetivo acadêmico e circulação exclusivamente restrita.

             O meu objetivo foi evidenciar, para a comunidade acadêmica, que o meu compromisso, com a Faculdade de Direito e a Universidade Federal do Ceará, como um todo, vai além das atividades de ensino e extensão, e que estou confortavelmente instalado nos escaninhos da pesquisa e dos programas de extensão e pós-graduação.

             Não saberia pensar a Universidade sem essa dinâmica e sem a interação, salutar e necessária, entre as atividades de ensino, pesquisa, extensão e comunidade universitária, todas exercidas com senso de responsabilidade e motivadas por paixões e opções necessariamente criadoras.

              A vida universitária que se confina ao monólogo do professor e à submissão do aluno a um modelo autoritário e estéril, tais os que vejo exercidos por docentes e comunidades acadêmicas dos mais diversos formatos, desvirtuam a autonomia da Universidade, depõem contra o desenvolvimento científico e tecnológico e a liberdade de pesquisa, e obstruem, por certo, o significado maior da permanência da Universidade entre nós.

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